domingo, 22 de agosto de 2010

AUTOESTIMA

Exercício aumenta a autoestima.
O exercício faz o corpo liberar hormônios que causam bem estar.
Além disso, melhora a confiança e diminui a timidez.
O exercício ajuda a planejar, a exercitar a memória,
a compreender situações, linguagens e estratégias,
e a resolver problemas.
www.educarparacrescer.com.br

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Artigos

Este artigo foi copiado do site da appdae(lidando com dificuldades de aprendizagens)
Ajudar na Leitura
1. Ler um livro, uma frase, um texto em voz alta, ajuda o aluno com dificuldades de
aprendizagem na leitura.
2. Tomar tempo para ver as figuras e falar sobre elas. Deixe o aluno falar sobre elas
também.
3. Pergunte ao aluno algumas coisas sobre aquilo que ela pensa que o autor queria dizer.
Acompanhe o ritmo das emoções e deixe transparecê-las através da voz. Pratique a
leitura com qualquer livro que achar interessante, que tenha acção ou humor.
4. Os alunos podem aprender que os livros ocupam um lugar importante na sua vida. A
maneira como pega nos livros e folheia as páginas ensina ao aluno mais que um
milhão de palavras.
5. O aluno pode aprender que a biblioteca é um lugar bom para se visitar, por ter mais
variedade de livros, por podermos estar confortáveis e sossegados.
6. O professor pode demonstrar que se preocupa com aquilo que o aluno pensa e com
aquilo que tem interesse para ele.
7. O professor pode mostrar que não sabe todas as respostas a todas as perguntas, e
que tem que ir ler, estudar ou aprender alguma coisa. Mostrar ao aluno que ele pode
não saber onde fica determinada cidade ou rio, mas que há um lugar onde podem ir
para saber.
8. Se perceber que o aluno não consegue acompanhar um determinado texto, procure
livros com impressões em letras grandes, ou amplie o texto que pretende aplicar.
Todos os problemas de leitura são intensificados com impressões de tamanho
pequeno.
9. Quando o aluno tem de ler, leia alternadamente com ele em voz alta. Faça uma
paragem em cada página para lhe perguntar sobre aquilo que foi lido.
10. Depois de ler uma história, pergunte ao aluno do que ela se lembra na história. Se a
leitura da história foi interrompida a meio, pergunte o que aconteceu antes. Se o aluno
perdeu a sequência da história, abra o livro e ajude-o a encontrar as partes perdidas.
Mais tarde, peça-lhe para contar a história a outra pessoa, usando figuras se
necessário.
11. O que é importante ser referido, na leitura de um aluno com disficuldade, é o erro ou a falta
de sentido que a palavra faz na frase e não a incapacidade dele. Deve ser enfatizado
que todas as outras palavras estão bem excepto aquela.
12. Quando há trabalho de casa, pode ver o trabalho com o aluno. Ajude-o a planear, de
forma que o trabalho de casa seja feito.
13. Encoraje o aluno a fazer aquilo que sabe que ele vai conseguir realizar.
14. O professor pode ser um amigo, um mentor para o aluno. Pode ser um bom ouvinte e
mostrar-lhe que se interessa por ele. Pode lá estar para ajudá-lo a organizar o seu
tempo fazendo com que não desperdice as horas preciosas. Pode ajudar quando os
outros colegas se rirem ou não o entenderem.

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Psicologia pra você!!

www.psicologiapravoce.com.br (sugestão enviada por Claudinha)

Este site foi elaborado para quem busca o autoconhecimento como forma de
aprendizagem e crescimento pessoal.
Vale a pena conferir!!

terça-feira, 3 de agosto de 2010

As Quatro Leis da Espiritualidade ensinadas na Índia

A primeira diz:
“A pessoa que vem é a pessoa certa“.
Ninguém entra em nossas vidas por acaso. Todas as pessoas ao nosso redor, interagindo com a gente, têm algo para nos fazer aprender e avançar em cada situação.
A segunda lei diz: “Aconteceu a única coisa que poderia ter acontecido“.
Nada, absolutamente nada do que acontece em nossas vidas poderia ter sido de outra forma. Mesmo o menor detalhe. Não há nenhum “se eu tivesse feito tal coisa…” ou “aconteceu que um outro…”. Não. O que aconteceu foi tudo o que poderia ter acontecido, e foi para aprendermos a lição e seguirmos em frente. Todas e cada uma das situações que acontecem em nossas vidas são perfeitas.
A terceira diz: “Toda vez que você iniciar é o momento certo“.
Tudo começa na hora certa, nem antes nem depois. Quando estamos prontos para iniciar algo novo em nossas vidas, é que as coisas acontecem.
E a quarta e última afirma: “Quando algo termina, ele termina“.
Simplesmente assim. Se algo acabou em nossas vidas é para a nossa evolução. Por isso, é melhor sair, ir em frente e se enriquecer com a experiência. Não é por acaso que estamos lendo este texto agora. Se ele vem à nossa vida hoje, é porque estamos preparados para entender que nenhum floco de neve cai no lugar errado.

terça-feira, 6 de julho de 2010

sugestões de trabalho(discalculia)

Adote estratégias que lhe facilite o cálculo mental.
Ensine-o a usar a calculadora.
A leitura do problema deve ser feita pelo professor.
De exemplos e tente relacionar os problemas a situações da vida real.
Proporcione exercícios que não tenham amontoamento visual.
Os estudantes devem investir na memorização dos fatos matemáticos.A repetição é muito importante.

Ajudar na Matemática (appdae-Escola Profissional Aveiro-PT(Portugal)
- A discalculia caracteriza-se pela dificuldade em qualquer uma das actividades
aritméticas básicas, tais como quantificação e numeração ou cálculo aritmético. É
causada por disfunção de áreas temporo - parietais. A discalculia está muitas vezes
associada à dislexia.
- Não há diferenças entre números e palavras. Os números podem até ser escritos
por palavras, e as palavras são usadas para descrever problemas reais da vida que
requerem números para serem resolvidos
O que se pode fazer com o aluno que apresente dificuldades na matemática:
- Evitar ressaltar as dificuldades do aluno, diferenciando-o dos demais.
- Evitar mostrar impaciência com a dificuldade expressada pela criança ou interrompela
várias vezes ou mesmo tentar adivinhar o que ela quer dizer completando a sua
fala.
- Evitar corrigir o aluno frequentemente diante da turma, para não o expor.
- Evitar ignorar o aluno com dificuldades.
- Não forçar o aluno a fazer as tarefas quando estiver nervoso por não ter conseguido.
- Explique ao aluno as suas dificuldades e diga que está ali para ajudá-lo sempre que
precisar.
- Proponha jogos na sala.
- Não corrija os trabalhos de casa com canetas vermelhas ou lápis.
- Procure usar situações concretas, nos problemas.
- Procure iniciar cada período de aula com um resumo da sessão anterior e uma visão
geral dos novos temas.
- Escrever no quadro o tema a aprender, os passos ou procedimentos a serem
seguidos e que o aluno deverá tomar nota.
- No final de cada aula, fazer uma síntese, o que facilita a captação das ideias
fundamentais e a aquisição das aprendizagens.
- Promover a participação dos alunos na aula.
- Incitar os alunos a estabelecerem problemas e apresenta-los no quadro para fazê-los
em casa.
- Dar sugestões, ajudas ou guias para que o aluno saiba encarar e monitorizar
adequadamente os erros.
- Esclarecer todos os termos relevantes do vocabulário. Usar a terminologia de forma
consistente na descrição dos procedimentos, evitando uma linguagem longa, ou
estruturas sintácticas complicadas.
- Promover nos alunos, o uso e desenvolvimento de estratégias de memorização e
recuperação da informação.
- O uso de códigos visuais, diagramas, cones, sublinhados, esquemas, permite
concentrar atenção nos expoentes, variáveis, símbolos de operações, etc., o que
facilita a sua compreensão, aprendizagem e generalização.
- Utilizar a experiência prévia do aluno, com ilustrações do seu mundo.

O direito do disléxico

Professor:
De acordo com a Constituição federal, o dislexico tem direito de receber ajuda nas leituras e de não fazer nada por escrito. As escolas e universidades são autorizadas legalmente a avaliar esses alunos apenas oralmente.